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Incêndio Termos e definições

Aula 1 Curso Prevenção e Combate a Incêndios

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Prevenção e Combate ao Incêndio

Olá, Tudo Bem? Vamos iniciar nossos estudos sobre Prevenção e Combate a Incêndio.

Quando pensamos em incêndio, sem sombra de dúvidas, a primeira coisa que nos vem à mente é o fogo, mas afinal, o que define o fogo?

São materiais combustíveis que se transformam e combinam com oxigênio do ar produzindo calor e chamas, como esta pequena fogueira.

O fogo é gerado através da reação entre um material combustível que quando combinado ao oxigênio e ao calor, como fonte de energia, forma uma chama, ou pequena fogueira, que se não for controlada pode se transformar em um incêndio.

Uma outra maneira de se definir o fogo é como sendo uma reação química de oxidação rápida, com desprendimento de energia, sob forma de luz e calor.

Em um sistema de reação em cadeia, que após o seu início é mantido pelo calor produzido durante o processo de reação, ou seja, o produto da reação que é o calor e o fogo é também a causa da manutenção da combustão. Este calor será produzido enquanto houver oxigênio e material combustível para queimar.

 Além disso, é preciso diferenciar o fogo e o incêndio.

O que torna um diferente do outro é que o incêndio é, basicamente, o fogo fora de controle.

Para facilitar a compreensão dessa reação em cadeia vamos conhecer o triângulo do fogo, que é uma maneira simbólica, de representar a relação entre os três elementos necessários para o surgimento e manutenção da combustão.

O combustível é qualquer substância susceptível a dar início a reação de combustão a uma temperatura específica, que libera calor, contribuindo assim para o processo de combustão.

O comburente é, qualquer substância, como o oxigênio, capaz de oxidar um combustível em uma reação rápida e exotérmica!

O agente ígneo ou temperatura de ignição é a temperatura que provoca a queima do agente combustível na presença do comburente.

O combustível e o comburente estão sempre juntos na natureza faltando para a combustão apenas a existência do agente ígneo.

Esses três elementos, fazem parte do Triângulo do Fogo, que em conjunto com a reação em cadeia mantem a chama acessa.

Porém, se algum destes elementos for retirado da reação, não haverá mais combustão e assim o fogo cessará. Como veremos a seguir.

Existem classes de incêndios, vamos conhecer 4 delas agora:

  • Classe A
    • Materiais que queimam em superfície e em profundidade.
    • Exemplo: Madeira, papel e tecido.
    • É caracterizado, pelas cinzas, e brasas, que deixam como resíduos.
  • Classe B
    • Os materiais são inflamáveis e queimam na superfície.
    • Exemplo: Gasolina, querosene, Gás, Álcool, dentre outros.
    • É caracterizado por não deixar resíduos.
  • Classe C
    • Os materiais envolvidos no incêndio são equipamentos elétricos, e eletrônicos energizados.
    • Exemplo: computadores, lâmpadas e televisores.
    • É caracterizado pela condução de energia e pelo o risco de vida que oferece ao brigadista de incêndio.
  • Classe D
    • Os materiais são os metais pirofóricos, e requerem agentes extintores específicos.
    • Exemplo: Pó de zinco, sódio, magnésio, lítio e cádmio.
    • É caracterizada pela queima em altas temperaturas e por reagir com agentes extintores comuns, principalmente os que contém água, que não devem ser utilizados.

Agora que já sabemos o que é fogo, a sua diferença para incêndio, e as classes de incêndio, veremos alguns métodos para eliminá-los.

  • Abafamento:

Consiste na retirada ou redução do teor de Oxigênio no local da combustão. É o método mais eficaz no combate ao incêndio classe B. No abafamento, pode ser utilizado um cobertor ou algum objeto, que abafe a combustão, o mais indicado é a utilização dos extintores de espuma. Com isso, conseguimos retirar o comburente, no caso o oxigênio, e consequentemente eliminar o incêndio.

No caso de líquidos muito aquecidos é necessário o resfriamento posterior evitando assim, nova ignição.

  • Isolamento:

nesse método é preciso desagregar o combustível do processo de combustão com o objetivo do fogo não passar para outras áreas ainda não afetadas. Deve-se garantir não haver risco de explosão ou início de ignição antes de realizar a remoção do combustível que não está em combustão.

  • Resfriamento:

Consiste na redução da temperatura da área afetada pelas chamas, evitando assim, se chegar ao ponto de fulgor do material em combustão. O ponto de fugor é a menor temperatura em que um corpo aquecido se inflama pela presença de uma chama externa.

Quando jogamos água em um incêndio, estamos resfriando, ou seja, retirando o componente calor e eliminando o agente ígneo, pois não temos mais a temperatura de ignição necessária para a reação em cadeia que mantém o fogo vivo.

Bom, finalizamos aqui uma das aulas referentes ao tema prevenção e combate à incêndios.

Aprendemos sobre o fogo, as suas classes de incêndio e os métodos para eliminá-lo.

Nos encontramos novamente na próxima aula onde abordaremos os tipos de extintores e os procedimentos em caso de incêndios. Até lá!

Aula 2: Tipos de Extintores

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